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RESENHA MOXUARA 2015

 RESENHA MOXUARA 2015

Por: Josi Araújo adaptada por Antônio Falcão

O Moxuara tem 724m de altitude, sendo a segunda maior montanha da  grande Vitória.

Na língua de índios que habitaram a região, o nome Moxuara quer dizer Pedra Irmã. Já para os franceses que chegaram à baía de Vitória, avistando o Monte encoberto por neblina,  Monchoir, que quer dizer imenso pano branco  e se pronuncia Muchuá.

O Moxuara é cercado de lendas, mas de concreto é ser objeto de  desejo que todos que apreciam um bom trekking.

Mesmo tendo uma logística mais complexa, organizamos subidas regulares ao longo dos anos.

Neste ano tivemos problemas com clima, incêndio e disponibilidade de guias e nossa subida foi adiada três vezes.

E finalmente no dia 15 de novembro 22 andarilhos puderam enfim fazer a tão sonhada subida.

Sem maiores problemas, o grupo de deslocou a bordo de duas  de Vans até o ponto de partida em Porto de Cariacica.

Nosso guia Romério propôs a eliminação da caminhada de 4 km de asfalto até a base da montanha, por considera-la sem atrativos, sendo, portanto gasto de energia desnecessário.

O caminho efetivamente teve início ao lado do Projeto Vale Moxuara. Este, de inciativa do Pastor Valdecir se dedica a recuperação de dependentes químicos e tem hoje o apoio de instituições variadas e do poder público.

Como de costume, foram realizados ali os procedimentos que antecedem as nossas caminhadas:  uma rápida preleção, distribuição do lanche de trilha, aquecimento e a sessão de fotos.

Dada a partida, temos um trecho inicial com trilha aberta, que apesar dos obstáculos naturais foi transposta com certa facilidade.

 Findo o primeiro trecho, hora da primeira parada no Mirante, local que permite uma linda visão com destaque para a montanha irmã Mestre Álvaro ao fundo. Palco de muitas fotos, lanche rápido e a tão necessária hidratação num dia quente como aquele.

 Continuando a subida, a trilha se estreita e surgem novos obstáculos, tais como pedras e raízes, com elevação considerável do grau de dificuldade. A trilha se abre num grande paredão rochoso que para  vence-lo com segurança é recomendado o uso de cordas. Como sempre, a subida pela corda foi superada com determinação e muita animação.

Vencido este obstáculo, temos um trecho mais aberto, porém com pontos difíceis de serem transpostos, mas com uma exuberante vista para a cidade de Cariacica. Mas como nem tudo são flores, neste ponto percebemos os estragos que o incêndio causou a montanha, com solo preto de carvão e fuligem. A boa notícia aí são os sinais de recuperação onde a vegetação começa como a Fenix, literalmente renascer das cinzas, com seus brotos bem verdes. Isso com quase nenhuma chuva e com apenas três semanas.

Percorre se então mais trecho de trilha aberta até se deparar com outro paredão de pura rocha. Como no primeiro para vence-lo é necessário o auxílio de corda. Os andarilhos, já “experientes” fizeram a transposição de forma animada e divertida, obviamente preocupando-se com a segurança.

 Um pouco mais de subida, e com sol escaldante, chega-se a uma grande pedra suspensa da qual se tem a melhor visão do alto do Moxuara. Apesar do belo visual, a maioria de deslocou um pouco para cima em direção ao cume que por se totalmente sombreado, foi local ideal para um merecido descanso.

Já na descida, os andarilhos se reuniram no mirante da pedra para mais uma descontraída foto e retorno de mais um dia maravilhoso, onde não faltou amizade, incentivo, solidariedade e muita alegria.

Para encerrar, agradeço ao Romério pela acolhida e paciência com o grupo e aos demais,  não só pela amável companhia, mas também por manterem suas inscrições, após três cancelamentos.

Esperamos que possam estar conosco novamente no próximo domingo, dia 22 de novembro na caminhada entre Rocamadour e Parajú.

Grande abraço

 

 
 
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