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Resenha de Rocamadour a Paraju

 Por : Antônio Falcão

RESENHA DE ROCAMADOUR A PARAJU 2015

 A região serrana o Espírito Santo é pródiga em locais para a prática das caminhadas e a cada ano vamos descobrindo novos roteiros. Parajú, distrito de Domingos Martins   foi palco de uma caminhada emblemática, pois além da rara beleza do trecho, quebrou uma sequência de caminhadas com solo extremamente seco e sem nenhum curso d´agua

 Após uma viagem bem tranquila, fizemos uma rápida parada para o desjejum no Posto do Café, ponto tradicional de parada em toda caminhada nesta região.

 Do posto ao ponto de partida, no Km 65 da BR 262, são apenas sete quilômetros e em pouco tempo já estávamos num descida que marca o início do caminho.

 A preleção e o aquecimento foram feitos aí mesmo, num plano bem inclinado, mas sem causar nenhum desconforto.

 Após as saudações de praxe,  orientações sobre o caminho e alongamento seguido da interminável sessão de fotos, foi dada a partida para muitos quilômetros de pura descontração.

 Iniciar um caminho ladeira abaixo não é usual, e o grupo partiu motivado,  num dia de pouco sol e temperatura agradável, sensivelmente reduzida pela brisa e pelas matas a beira do caminho.

 Logo no inicio temos a travessia de um rio, bem cheio coisa que pouco vimos neste  ano, O volume de água foi substancialmente aumentado pelas chuvas que caíram durante a semana

 A alternância de belas propriedades e suas culturas de hortaliça, com trechos  matas nativas dão um toque bastante agradável ao caminho. A cada passo é possível apreciar a  rotina dos sitiantes,  em sua  lida nas  plantações em pleno domingo.

 A presença de fragmentos da mata nativa, é um grande atrativo,  pois a sombra gerada alivia os rigores da caminhada. Estas matas são o testemunho vivo do que foi a região antes da ocupação desordenada do solo.

 Além da sombra, a mata proporciona um espetáculo de cores, com destaque para as  quaresmeiras com floração em tom rosáceo e o prateado das embaúbas, contrastando com o verde das folhas. Os cursos d água,  presentes nas margens do caminho, dão uma  agradável sensação de paz com o seu som característico.

 E ao lado de uma destas propriedades, foi posicionado o primeiro ponto de apoio, oportunidade para descanso, saborear as frutas e doces, reabastecer os cantis e reagrupar os andarilhos.

 Nos quilômetros seguintes, o cenário vai alternando subidas e descidas, com trechos  planos e descampados e com grande variedade de árvores até chegarmos a um grande lago onde foi montado o segundo apoio.

 Logo após este ponto, uma cachoeira,  cuja sequencia é um riacho paralelo ao  caminho, foi uma a tração a parte, Os andarilhos posavam felizes para fotos saudando a água, tão sumida nestes tempos de estiagem prolongada.

 Na sequência a passagem por Ato Paraju,  comunidade típica do interior com suas  vendas, botecos e Igreja funcionando em perfeita sintonia com os habitantes.

 O último ponto de apoio foi na saída de Alto Paraju, montado estrategicamente no ponto mais difícil da caminhada, uma subida forte de 2 quilômetros

 Este trecho em subida permite visão privilegiada dos vales. E logo após atingirmos o ponto mais alto vamos terminando o caminho da mesma forma como começamos: numa forte descida, onde após 19 quilômetros as vans estavam a postos para nos conduzir ao restaurante do Cori para o almoço de confraternização.

 Para encerrar, deixo aqui meu agradecimento a todos por dividirem comigo momentos de pura descontração. Aos que vieram pela primeira vez, reitero o convite para que se tornem membros desta família chamada Grupo Andarilhos.

 Espero  revê-los no dia 13 de dezembro, quando faremos nossa despedida do calendário 2015 com uma grande confraternização

 

Fiquem com meu abraço fraterno,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
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