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Resenha da Volta da Ilha 2016

 Por : Antônio Falcão

RESENHA DA VOLTA DA ILHA 2016

A tradicional  Volta da Ilha é uma  caminhada que organizamos há 12 anos para comemorar o aniversário de Vitória. Caminhar pelo contorno da ilha  é uma oportunidade única para  conhecer a cidade e seus  contrastes.

 Fizemos a opção por percorrer este caminho no dia 07 e desta forma comemorar também a nossa independência de Portugal.

O dia amanheceu com temperatura amena e quase sem nuvens, trazendo a o sol e muito calor neste final de inverno. Se o sol valoriza as paisagens, penaliza o andarilho com temperaturas altas para percorrer os cerca de 29 km de asfalto do contorno da ilha.

 Após uma breve sessão de alongamento,  explicações sobre o trajeto e a  seção de fotos,  a caminhada começou , margeando  o canal de Camburi seguindo pela avenida Saturnino Rangel, ate atingir a ponte da Passagem,  um dos cartões postais de Vitória.

 Atravessar o Canal de Camburi  pela  passarela de pedestres com arquitetura arrojada em forma de arcos ancorados por cabos de aço, similar a ponte., foi  uma experiência incrível para muitos que ainda não tinham passado a pé por ali

 Uma vez transposta a ponte, entramos no Bairro Andorinhas para contornar o Mangue Seco , uma maravilha num dia tão claro. que valoriza a  vista do denso manguezal emoldurado pela ponte estaiada ao  fundo.

 Após percorrer todo mangue, toma-se a  Rodovia Serafim Derenze, até o acesso ao Bairro São Pedro, onde percorremos várias ruas na beira dos manguezais  até alcançar a Ilha das Caieiras.

 A Ilha das Caieiras é um paraíso para os apreciadores da culinária capixaba, com inúmeros restaurantes especializados em frutos do mar, com destaque para a moqueca e torta capixaba. Por incrível que pareça, muitos andarilhos não conheciam o local, onde acontecia mais um Festival de Frutos do Mar

Uma grata surpresa foi a passagem pela  famosa Cooperativa das Desfiadeiras de Siri, completamente reconstruída  após anos de abandono. A sessão de fotos na maré com o Mestre Álvaro ao fundo teve com isso um sabor especial.

E para coroar a nossa passagem por ali, recebemos o convite do Sr Carlinhos, que ofereceu sua casa bem ao lado como ponto de apoio para utilização de banheiro e água.

 Seguindo em frente subimos no mirante na Igreja Católica, que permite uma bela visão do atracadouro da Ilha em primeiro plano,  e conjunto  manguezal, Mestre Álvaro e  Moxuara em segundo plano. Não precisa dizer que foi local de muitas e muitas fotos.

 Após a visita a Ilha das Caieiras, temos que retornar a Rodovia Serafim Derenze, numa alternância  entre as ruas estreitas  e a orla, chega-se  ao bairro Santo Antônio, local de outro cartão de nossa cidade, a grande Basílica de Santo Antônio.

 O caminho da orla é agradável e urbanizado até  o antigo Cais do Avião, que precede a passagem pelo sambódromo. Os andarilhos desfilaram   por um sambódromo vazio e silencioso, muito  diferente dos dias de folia, mas com uma animação que faria qualquer escola do Primeiro Grupo  virar coadjuvante.

 A atração seguinte  é o complexo esportivo  Parque Tancredão, uma   estrutura de suporte à população para suas necessidades de lazer e esporte.

 Na  sequência  passamos ao lado da Rodoviária da  Ilha do Príncipe, antes de atingir a região da Vila Rubim, que necessita urgentemente de uma reurbanização.

 Caminhar por este trecho tão familiar, nos permite a visão de  detalhes que passam despercebidos quando estamos a bordo de um carro ou de um ônibus .Sob esta ótica, os navios, a movimentação do porto, os prédios e o nosso Penedo, assumem contornos muito mais belos do que já são.

 Já na avenida  Beira Mar, pudemos ver os trabalhos de dragagem do porto sob forte calor que felizmente não afetou  o ânimo dos andarilhos na parte final da jornada

 Os  imponentes prédios da  Enseada do Suá, são marcos da modernidade de nossa cidade paisagem  oposta  a outra face, onde a ocupação desordenada  encheu a orla com construções inacabadas e fora de padrões básicos que maculam a paisagem de uma ilha tão bela.

 A Praça do Papa, na sequência é  uma esplanada de onde é possível apreciar a  baía de Vitória, tendo ao fundo o Convento da Penha e a cidade de Vila Velha. Neste  local está sendo erguido um monumental espaço cultural, o Cais das Artes, que após um tempo paralisado, agora tem as obras caminhando a pleno vapor.

A seguir a Curva da Jurema, Praia do Canto e as praças da Ciência, Desejos e Namorados emolduradas por luxuosos edifícios residenciais.

A travessia da Ponte de Camburi, acesso ao Pier de Iemanjá se deu seis horas após o início da caminhada e foi motivo de júbilo para muitos andarilhos que faziam a volta pela primeira vez.

 Para encerrar, gostaria de agradecer aos que  estiveram  conosco neste feriadão , esperando encontrá-los novamente nos dias 24 e 25 de setembro, para uma aventura inesquecível no Frade e Freira.

Parabéns a  Vitória pelos seus 465 anos e aos andarilhos, veteranos e novatos  pela animação e  companheirismo

 Grande abraço a todos!!!

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