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Resenha da Aventura tripla Frade e a Freira

 Por : Antônio Falcão

RESENHA FRADE E FREIRA 2016

Um pouco sobre as montanhas

As montanhas gêmeas conhecidas com Frade e a Freira recebem este nome por uma incrível semelhança com a figura de dois religiosos quando observadas sob certos ângulos. Ficam as margens da BR 101 na divisa de três municípios: Cachoeiro de Itapemirim, Rio Novo do Sul e Itapemirim.

O Frade, maior, possui  680 metros de altitude, e é uma grande  formação rochosa de granito.

A curiosa forma dos rochedos gerou certas crendices sendo a principal delas afirmar que são um frade e uma freira que se apaixonaram.

 Como suas vidas deveriam ser dedicadas ao serviço a Deus, naturalmente foram impedidos de se renderem  a esse amor. Para que  permanecessem unidos, os dois foram transformados em montanha, e  ficam admirando um ao outro eternamente.

Três Eventos num final de semana

Tivemos um grande desafio de oorganizar nesta bela região três eventos num final de semana: No sábado tivemos um Trekking no contorno do Frade para metade da turma e escalada com descida de rapel para o outro grupo. No domingo, tivemos uma caminhada bastante animada entre Rio Novo do Sul e a Pousada Chalés do Frade com todo grupo.

O grupo deixou Vitória no sábado bem cedinho sem atrasos, num dia de ceu parcialmente nublado com previsão de abertura durante o dia. A viagem foi extremamamnte tranquila e com uma parada em Iconha para um rápido café da manhã. Esta parada foi importante não só para alimentação e descanso, mas também para integração do grupo. A animação de todos era prova inequívoca de que seria um fim de semana de altíssimo astral.

De volta a estrada, passamos por Rio Novo do Sul e poucos quilômetros a frente saimos da movimentada BR 101 para subira a longa estradinha de terra que nos leva a base do Frade e a Pousada Chalés do Frade.

Na divisa da trilha o grupo se dividiu entre os que fariam o trekking no entrono da moantanha e os que iriam fazer a subida na rocha.

A Subida no Frade

Os 13 andarilhos que subiriam a pedra seguiram vagarosamente pela trilha de 1,5 Km atéa a base, pois sabiam que teriam um longo dia pela frente.

Na base encontramos com nossos instrutores que já haviam lançado as duas primeiras cordas antes do briefing com instruções de segurança e utilização dos equipamentos.

Após as instruções, o grupo partiu vagarosamente em fila indiana antes da primeira corda, ganhando altura e cada vez mais confiança, percebida nos sorrisos a cada parada para descanso. Cada metro montanha acima representava uma pequena vitória para muitos.

Com bastante disciplina e atenção, todos passaram por cada transição de corda até a base da cabeça do Frade, acessível por uma via ferrata composta de grampos em forma de “U” . Enquanto o grupo contemplava a paisagem simplesmente sensacional e lanchava, os instrutores preparavam as cordas para a subida ao topo e a descida por rapel.

Findos este preparativos, hora de subir : um a um todos subiram com extremo cuidado devidamente atados a cordas para comemorar o feito de chegar até ali, vencendo medos e incertezas, tendo como recompensa, além da adrenalina um visual espetacular de 360 graus com o mar ao fundo, o Pico do Itabira e as cidades de Cachoeiro e Rio Novo do Sul

Neste cenário,inúmeras fotos do grupo antes de iniciarmos a parte mais delicada de nosso caminho, a descida do paredão de cerca de 30  metros em rapel..

E foi emocionante ver as duplas descendo lado a lado e trocando o receio natural por um sorriso de vitória e satisfação. Com a descida de todos, hora de iniciar a demorada volta a base, pois todos os trechos foram em rapel, bem mais seguro que uma desescalada amparada  por corda.

E as 18 horas, já no escuro descemos a trilha que conduz a Pousada para um “almoço” com cara de jantar e encontrar com o grupo que fez o trekking para troca de experiências de um dia incrível. Após um banho reparador todos se reuniram para uma animada roda de vinhos na varanda da pousada antes de se recolherem para encarar mais um desafio no domingo.

O Trekking ao redor da Pousada

O grupo que optou por fazer esta atividade  não se descpcionou pois teve um desafio de trilha numa região que mesmo assolada pela longa estiagem é de rara beleza.

Antes do trekking, a turma pode guardar seus pertences em suas acomodações, pois começa na própria  pousada. Como de costume, foi feito uma pequena sessão de aquecimento e fotos para enfim caminhar.

Apesar de curta não é uma trilha das mais faceis pois a metade é uma subida constante que começa na estrada vicinal e vai para um pasto repleto de rochas escondidas na vegetação. E quanto mais se sobe mais bela fica pois é possível avistar o grande Frade e os chalés lá em baixo, paisagem amplamente registrada em fotos pelos  participantes.

No meio de tantas belezas a Pedra da Onça se destaca no relevo sendo local de contemplação e pausa para o lanche de trilha.

E em meio a vegetação, pedras subidas e descidas, as 12 30 hs o grupo retornou a pousada para o almoço.

Após o almoço uns foram curtir a piscina, outros foram descansar e alguns foram a base do Frade ver as miniatras do outro grupo que estava no topo. Diversão de sábado em dia!!!

A caminhada de Rio Novo até a pousada

O grupo acordou cedo e pontualmente as seis horas todos já estavam a postos para um delicioso café da manhã. O dia se apresentou bsatante nublado e com alguma neblina, prenunciando chuva. Esta condição  climática mostrou  que nossa decisão de fazer o rapel no Frade no sábado foi acertada, pois com umidade não há segurança para o participante.

Embarcamos nas Vans as 7 horas com destino a Rio Novo do Sul para início do caminho em frente a bela Igreja Santo Antônio de Pádua.

A concentração em Rio Novo causou um grande reboliço na praça da igreja, afinal eram muitas pessoas em pleno horário da missa. Após o aquecimento o grupo sse deslocou para o Coreto no fundo da praça para as fotos.

Um detalhe: ma preleção foi avisado aos participantes que em função de uma pequena mudança no roteiro poderia haver alguma indecisão e foram passdas instruções explícitas de que neinguém deveria ultrapassar os abre alas.

O roteiro mescla trechos urbanos, pequenos trechos pavimentados, trilha e estradas viscinais. O resultado é um  caminho de baixo grau de dificuldade, com noventa por cento plano e com uma subida de cerca de 2 km, de grau médio.

Mesmo com um dia bastante nublado o visual das montanhas gêmeas é maravilhoso e nacompanha o andarilho ao longo do trajeto e a cada ângulo têm uma  nova aparência. É de se lamentar  o elevado grau de desmatamento da região que alidao a falta de chuvas maculam uma paisagem de rara beleza.

 A partir do primeiro apoio o terreno passa a ser de estradinha de terra sem nenhum movimento, fato que sempre ajuda a confraternização dos andarilhos, numa saudável alternância de parceiros ao longo do caminho.

Passamos por trechos de calçamento e por outro “asfaltado” do Projeto Caminhos do Campo, onde ao final partimos para a terceira etapa do caminho, com uma pequena trilha bastante íngrene. Esta trilha é  rota de ligação com a estrada que nos leva ao Chalé do Frade, nosso destino final.

A trilha, apesar da subida é bem sombreada pela mata nativa que sobrevieu a exploração predatória da madeira e da criação de gado. Tivemos o privilégio de avistar saguis e muitos pássaros. A pertir da junção com  a estrada que leva ao Chalé do Frade os andarilhos  existe uma represa rodeada por  vegetação de coloração verde clara, com rochas que parecem brotar da relva em primeiro plano e as montanhas e o mar ao fundo.

Um a um todos foram chegando e se acomodando na varanda para descansar e jogar conversa foram antes do almoço para fechar com chave de ouro um fim de semana impecável, encerrado com embaruq nas Vans as 15 30hs

 Fiquem com meu abraço, espero  encontrá-los novamente nos dia 14, de outubro para mais uma aventura inédita em Irupi.

Grande abraço 

 

 

 

 
 
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