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RESENHA Barra do Sahy a Santa Cruz

 RESENHA BARRA DO SAHY A SANTA CRUZ 2017

 Por Antônio Falcão

Para finalizar a edição 2017 do Projeto Pegadas na Areia, criado em 2005, percorremos  no dia 05 de março, o trecho entre Barra do Shay a Santa Cruz.

Este ano fizemos uma inversão de sentido, ao caminhar na direção  Norte sul , por duas  razões. A primeira de cunho logístico, foi em função de falta de estrutura de restaurante para receber o grupo, ao contrário do que ocorre em Santa Cruz, que conta com diversas opções. A segunda ,de ordem técnica foi a evolução da maré, cheia, porém baixa (1metro).nos ofertando uma faixa de areia suficiente para caminharmos e baixando ao longo do trecho. Se fosse ao contrário, teríamos problemas nos primeiros quilômetros e não poderíamos deixar nossas pegadas.

Sendo assim, um grupo de 34 andarilhos, complementados pelos amigos do Colibri Aventura de João Neiva se reuniu no horário previamente estabelecido ao final da paria da barra do Sahy . Foi um  ensolarado e com previsão de muito calor. Após a preleção, alongamento, sessão de fotos e saudação aos novatos, foi dada a largada para apreciarmos as belezas de mais este trecho.

A longa fila indiana percorrendo areias avermelhadas contrastando com o verde intenso do mar e o azul do céu, chamou a atenção dos primeiros banhistas, que nos questionavam de onde viemos e para onde iríamos.

Por mais que façamos caminhos nas praias é muito bom apreciar as famosas e fugazes marcas deixadas pela passagem dos andarilhos : As “Pegadas na Areia”.

O trecho inicia,l a inclinação da praia aliada a estreia faixa seca, dificulta os passos, mas nada que atrapalhe a evolução. Muitos optaram por caminhar no calçadão e na continuação da rua paralela a orla.

 Passado este recho urbano a praia fica mais bonita a cada passo, pois aprecem várias formações de corais e vegetação mais densa, dando uma idéia de isolamento.

Com exatos 4,5 km tivemos o primeiro ponto de apoio montado estrategicamente numa área bastante sombreada da praia de Mar Azul.

 Na sequência, o caminho fica melhor, ainda pois a maré estava recuando rapidamente, e apesar da praia ser bem inclinada em vários pontos, a beleza do lugar supera qualquer dificuldade. Até a Praia dos Padres, pudemos atestar a longa e árdua batalha que as castanheiras travam com a maré cujo resultado é ficarem com suas raízes expostas. É bem interessante testemuhar o fenômeno e ter a certeza que é impossível andar por ali nas marés altas.

A visão do nosso Mestre Álvaro comrpova a diversidade de terrenos e climas do Espítrito Santo, onde no intervalo de poucos quilômetros temos mar e montanha.

E com sol cada vez mais forte e maré já bem baixa atravessamos a Praia de Coqueiral, onde inúmeors banhistas se divertiam num domingo de sol.

 Em pouco tempo já estávamos no cais do Rio Piraqueaçu para um banho e uma bebida gelada antes do passeio na escuna Princesinha do Mar. Foram momentos agradáveis e divertidos com as histórias e estórias deste caminho curto porém repleto de emoções.

 O embarque na escuna foi feito de forma ordeira e logo em seguida navegamos, sob o comando do Mestre Tiago até o ponto onde o rio e mar se confundem. Foi um dia perfeito para este passeio, pois a coloração do mar e a praia lá na outra margem davam a noção exata da porção final do segundo trecho, Nova Almeida x  Santa Cruz percorrido no mês passado. Da foz a escuna girou 180 graus em direção a ponte, onde podemos avistar as belas construções e inúmeros  barcos de pesca e lazer ancorados as margens. Após a ponte, com vista privilegiada para o quinto maior manguezal da América Latina, retronamos ao Mocambo da Luíza   

 Lá saboreamos a tradicional moqueca capixaba, prato principal do delicioso almoço que  encerrou uma caminada muito bonita e com uma turma, que alheia ao sol e cansaço, soubde aproveitar cada passo.

Para encerrar, queremos registrar nossos agradecimentos  a Dona Maria Luiza pela atenção dispensada ao grupo e a todos aos andarilhos pela companhia e altíssimo astral num domingp memorável.

Espero reve-los novamente no dia 19 de março, quando faremos um divertido rapel na Igrejinha de Ibiraçu.

 

Grande abraço

 

 

 

 

 
 
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