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Resenha Rapel na Igrejinha de Ibiracu

 RESENHA RAPEL IGREJINHA IBIRAÇU

Por : Antônio Falcão

Quem passa pela Br 101 na entrada de Ibiraçu se depara com uma pequena capela construída no alto de um penhasco ,que se tornou atração do município.

Trata-se da Capela de Santo Antônio, construída família Modenesi como promessa para a cura do filho Diógenes, que sofria de câncer.

O próprio Diógenes foi responsável pela escolha do local com vista privilegiada da BR e as montanhas da região.  

Diógenes alcançou a graça da cura de seu mal, porém acabou perdendo a vida afogando-se numa praia, e para sua família, o monumento serve como uma lembrança do ente querido.

E neste cartão postal, tem sido palco a partir de novembro de 2016 para a prática de rapel. Escolhemos este para levar nosso grupo por ter todas as situações nesta prática esportiva : Plano inclinado, vertical e negativo.

Animados com a perspectiva de uma caminhada curta e uma aventura deste porte, 30 andarilhos partiram de Vitória para um domingo repleto de muita adrenalina e divertimento.

Após o café da manhã na famosa Parada Ibiraçu, o grupo seguiu pelas margens da rodovia até a entrada da propriedade dos Modenesi . Neste ponto fizemos a foto do grupo e uma rápida preleção de como seria a aventura.

A trilha que nos conduz ao topo da pedra é bem fácil de ser percorrida e  se não fosse o forte calor,  seria um aprazível “passeio no shopping” . O  forte declive é vencido em zig zag em meio a grandes formações rochosas, Uma vista realmente espetacular.

Em pouco tempo já estávamos no pátio da Igrejinha, amplo , sendo que uma forte cerca de arame garante a segurança e integridade física dos frequentadores. O forte calor fazia com que a ansiedade aumentasse e por isso demos a largada para o incío de fato das atividades.

Após todos se equiparem foi feito o briefing de segurança e início da descida em quatro vias. Montamos uma estratégia de ter câmeras lá no alto e no pé do penhasco para garantir que a descida de cada um fosse devidamente documentada.

Foi bom ver os  iniciantes criarem coragem após o natural receio da assombração chamada “altura” e os já veteranos arriscarem manobras no negativo, descendo de cabeça para baixo, sob a orientação firme de nosso amigo Alex Magnago.

Quando o último “raperilho” desceu, demos início a segunda parte de nosso programa dominical, que incluía a visita ao alambique da propriedade dos Modenesi e uma caminhada do Portal do Mosteiro até o Pesque e Pague Lagoa do Vale.

A visita ao Alambique foi ótima e pudemos conhecer detalhes da produção da famosa branquinha e também adquirir o produto para consumo futuro.

A caminhada de apenas 4 km pela estradinha que liga a BR 101 ao distrito de Pedro Palácio, apesar o horário e do calor foi divertida como o grupo caminhando em fila indiana e sempre atento ao movimento dos carros O cenário entre as montanhas é complementado por algumas propriedades bem cuidadas nas margens da rodovia, Em pouco tempo, numa curva do caminho eis que surge o grande lago do Pesque e Pague.  É um local que sempre serviu de base a nosso grupo nas visitas que fazemos ao Mosteiro Zen Budista. Além do belo visual, a comida caseira e o atendimento fazem deste local o ponto certo para o encerramento de uma caminhada.

Mas o encerramento de ontem  foi especial, pois tínhamos nada menos que seis aniversariantes desta semana: Marcia Falco, Luciene, Josi, Penha Fontana, Priscila e  Tânia Ferrari. O animado desafinado e gritado parabéns pra você fechou com chave de ouro mais um domingo memorável ao lado de pessoas queridas.

Agradeço a todos que estiveram conosco pela amável companhia e espero revê-los no dia 09 de abril com uma caminhada a cachoeira Vovó Lucia na região de Matilde, onde teremos um rapel opcional no fim.

Grande abraço

 

 
 
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