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Resenha Caminho Mapa das Amricas 2017

 Por : Antônio Falcão

Resenha de Caminho Mapa das Américas 2017

Marechal Floriano é um verdadeiro celeiro de boas caminhadas e O Mapa das Américas é um bom exemplo disso.É um caminho bastante agradável e seletivo, pois num trecho de 17,5  quilômetros encontramos todos os tipos de terreno, que vão do plano, passando por subidas mais fortes e descidas, trilhas fechadas e pastos.

Os participantes foram pontuais e como programado, já estavam no Posto Ipiranga de Marechal Floriano no horário programado. Após um café, regado a muita conversa , foi realizada a preleção, aquecimento e fotos. Estes momentos são sempre divertidos sobretudo com a acolhida aos novatos.

 A travessia da BR 262 dá início ao caminho, e foi feita em bloco com toda segurança As condições climáticas com sol entre nuvens, contribuíram bastante para o sucesso da caminhada. E com a chuva do dia anterior, o piso estava em excelentes condições, sem a desagradável poeira.

 Logo na porção inicial o que se vê são fragmentos de mata nativa de verde intenso, bem diferente do que temos visto em outras regiões do estado submetidas a uma severa estiagem. A mata vai alternando com as culturas de hortaliças e café e pastos numa combinação harmônica. Temos uma pequena fábrica de ração no percurso que não muda muito até o km 4,3 onde foi montado o primeiro ponto de apoio ao lado da ponte que separa os municípios de Marechal Floriano e Domingos Martins.

Após este ponto o caminho é predominantemente em subida e a estradinha se torna mais estreita, e o visual se torna mais belo. A sequência de propriedades com grandes lagos  dão um colorido especial na paisagem e vai arrancando elogios de todos. No km 8,6 tivemos o segundo ponto de apoio, já que logo a seguir temos a entrada da trilha, onde as vans não conseguem passar.

Ao lado deste ponto de apoio uma grande pedra de formato cilíndrico e tomada por uma vegetação do tipo trepadeira se destaca no meio do pasto. Este arranjo, por mais  natural que seja, nos passa a impressão de que foi obra de um paisagista, mas foi logo batizada de Pedra Rastafari, pela semelhança com o penteado homônimo.

A trilha é um espetáculo a parte, bem estreita e com vegetação densa que quase impede a visão do céu e ladeada por um curso d água. São cerca de um quilômetro nestas condições, até que se abre num grande pasto incrivelmente verde, com uma construção rústica de estuque no meio. Esta casa foi ponto de parada obrigatória para inúmeras fotos. Em seguida passa-se em duas porteiras e inicia uma subida, onde aos poucos a trilha se fecha de um lado e mostra um vale verde de outro.

E numa volta de quase 180 graus, temos uma grande subida que dá acesso a mais uma trilha em declive, com vegetação rasteira e cercada por paredões de pedra em meio ao verde da mata. A trilha termina no interior de uma granja com dois açudes. O proprietário nos permitiu passar com a única condição de fecharmos o portão de ferro na saída.

Mais algumas centenas de metros e tivemos nosso terceiro e ultimo ponto de apoio, Deste ponto até o final, o caminho segue por um trecho já percorrido, portanto sem maiores novidades.

A confraternização foi no espaço do Fernando Kill que nos recebeu com  um almoço simples mas delicioso.

A cerveja os bate papos ao som de um sanfoneiro fecharam uma caminhada de gala, onde a sinergia entre o ambiente e as pessoas foi perfeita.

A todos , meu sincero agradecimento pela amável companhia, esperando revê-los no dia 21 de maio no caminho Cachoeira Veu de Noiva com caminhada e rapel.

 Grande abraço

 

 

 

 

 
 
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