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Resenha Fazenda Imperial

 RESENHA CAMINHO FAZENDA IMPERIAL

 Por Antônio Falcão

 Nossa ultima caminhada, realizada no dia 04 de junho na região de Domingos Martins, em São Bento do Chapéu, região de muitas trilhas que se cruzam.

 O trecho escolhido é um mix de estradas vicinais e trilhas entre propriedades particulares que termina na Fazenda Imperial, 20 km distante do ponto de partida, o Bar Família Wruck em São Bento.

.Após a linga viagem que teve início ainda de madrugada os 37 andarilhos foram recebidos com carinho pelos integrantes da Família Wruck para um café da manhã, tão necessário não só para matar a fome mas para acordar a turma, Como sempre estes momentos deram sinais claros da sinergia entre os participantes principalmente os novatos que em pouco tempo já estavam perfeitamente integrados.

  O briefing no ponto de partida com esclarecimentos sobre o caminho e aquecimento, se deu em frente ao Bar Wruck em plena via pública.

 Após a seção de fotos, o grupo partiu animado para cumprir os 20  Km que nos separaram da Fazenda Imperial num dia claro , com sol brilhante e e temperatura agradável. Nestas condições o grau de dificuldade foi rebaixado, passando a ter nível fácil, sendo unanimidade entre os participantes, inclusive novatos.

 

O primeiro trecho apesar de  bem desmatado, possui muitos atrativos sendo realmente bonito, onde se percebe o contraste de cores, onde o campo, a mata e o céu  parecem brigar entre si por sua supremacia..

 E o grupo que partiu em bloco,  aos poucos foi  se dispersando em função do ritmo de cada um, encontrando-se no primeiro apoio, com cerca de 5 km de caminhada.

 E após este apoio o caminho continua desmatado, porém a vegetação nas margens se torna mais densa tirando a sensação de vazio que a falta da floresta nos dá.

A mediada que o caminho avança as árvores maiores se fazem presentes e existem vários trechos onde a folhagem de ambos os lados se encontram, fazendo túneis que fecham e encantam a todo instante. A alternância de propriedades bem cuidadas com a mata nativa é bem frequente até que na beira da trilha surge um imponente Jequitibá centenário admirado e fotografado por todos.

 O segundo apoio num local com bastante sombra foi ideal para descanso pois ainda estava na metade do caminho.

 A partir daí o caminho segue por um bom tempo ao lado do Rio Jucu, num trecho onde as aguas mansas foram praias para os privilegiados que tem suas terras banhadas por ele. O afastamento momentâneo do leito do rio (afinal vamos encontra lo novamente no final) é proporcional ao estreitamento da estradinha vicinal que vai se tornando uma trilha estreita que atravessa pastos  numa alternância de descidas e subidas.

 É uma porção muito boa para se contemplar o fundo dos vales, transformando a estradinha num grande mirante.

E ao final desta estrada, numa propriedade particular que entramos na joia da coroa deste caminho : um longo trecho de trilha em mata fechada, que se interrompe numa estrada vicinal e continua mais adiante num ponto onde a mata é mais fechada,

 Muito bom percorrer este trecho de mata ouvindo apenas o barulho das águas e onde a luz do sol tem bastante trabalho para vencer a barreira da copa das árvores.

 Aos poucos o silencio da mata é quebrado por um ruído provocado pela passagem de veículos que passam pela ES S-376 Rota Imperial, e pelo Rio Jucu que neste ponto de desnível forma grandes corredeiras.

 A saída da trilha se dá numa propriedade onde a abundância de pés de mexerica Pokan impressiona por dois motivos: o primeiro são as árvores completamente carregadas e o segundo é o abandono em que se encontram em decorrência do baixo preço de venda no mercado. Foi um ponto onde os andarilhos fizeram a feira, recolhendo um pouco de frutos cada um.

 E já próximo do fim, um ponto onde o rio nos brinda com uma grande corredeira e com vários pontos para banho, Foi local de inúmeras fotos naturalmente.

 A poucos metros dali chegamos ao asfalto de ES 376 onde se situa o restaurante da Fazenda Imperial para encerrarmos o caminho.

 O local é ideal para encerrar uma das melhores caminhada do ano : paisagem bucólica e agradável, complementado por um atendimento cordial e personalizado. A  comida, feita no fogão de lenha é  temperada com carinho, sem falar na cerveja bem gelada.

 Enfim reuniu condições ideais para que a turma ficasse a vontade durante o almoço.

 No retorno fizemos uma parada técnica no Café com Prosa para prestar uma singela homenagem ao nosso transportador oficial Abmael ramos que recentemente completou mais um ano de vida.

 

Agradeço a todos pela amável companhia e convido aos que vieram pela primeira vez a se juntarem a essa grande família chamada Andarilhos.org

 

Grande abraço e até dia 30 de junho na subida ao Pico dos Cabritos no Caparaó

 

 

 

 
 
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