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Resenha do Caminho Prainha de Matilde

 RESENHA CAMINHADA PRAINHA DE MATILDE 2017

Por : Antônio Falcão


A região de Matilde possui grande quantidade de cursos dágua e cachoeiras com destaque para a Engenheiro Reeve e seus 70 metros de altura.

 Dentre os inúmeros roteiros de trekking da região, optamos este ano por percorrer o caminho que conduz a Prainha de Matilde situada no interior da pousada homônima foi perfeita
para o encerramento.

 Foi uma caminhada perfeita fruto da conjunção de fatores que tornam uma  caminhada agradável aos participantes: topografia suave, sombra, paisagens,  água, local da confraternização e a turma propriamente dita.

O domingo amanheceu com muita chuva o que não foi suficiente para tirar o ânimo dos 31 andarilhos inscritos. A chuva nos acompanhou até o Posto do Café e durante o desjejum sumiu por completo. Como sempre, este momento é  oportuno  para reencontros e integração dos novatos.

 Logo em seguida novo embarque nas vans para conduzir a turma ao ponto de partida, poucos quilômetros adiante. Como sempre antes da partida  cumprimos  o ritual de aquecimento preleção e a interminável seção de fotos.

Os assuntos abordados na preleção foram entre outros enfatizar as belezas e grau de dificuldade do trecho.  
Definidos os limpa trilhas,e meio de campo, o Abre alas partiu logo a seguir com a missão de sinalizar a trilha nas bifurcações.

Após a interminável seção de fotos, o restante do grupo partiu rumo à prainha motivado e com disposição para cumprir os 21 km de pura  beleza desta porção de nosso estado.

O caminho c0meça com um trecho de 1,5 km de asfalto mas mesmo assim muito belo, apesar do razoável fluxo de veículos que requerem atenção redobrada  dos andarilhos.

 Ao final do trecho asfaltado, houve uma natural desaceleração do ritmo e os andarilhos foram se dividindo em pequenos blocos, dedicando-se a contemplação do entorno e conversas, em função do baixo grau de dificuldade. Uma profusão de cafezais, plantações de eucaliptos pastos e alguma mata nativa bem verde evidenciam que a despeito do baixo índice de pluviosidade desta época  a seca não trouxe maioresconsequências para a região, pelo menos no aspecto visual.

 Com pouco mais de 4 km, o ponto de apoio decretou o fim do primeiro trecho.
 O grupo fez então uma rápida parada para descanso e lanche, numa animada reunião.

A partir da segunda etapa percebem-se grandes áreas sem qualquer tipo de plantação. Os morros estão carecas e a vista, que poderia ser bem verde, acaba tendo cores de barro devida a terra revolvida. Neste cenário outras lavouras como cafezais, bananais e plantações de inhame formam um tapete  verde.

E as propriedades, apresentam gramados verdinhos e  muitas flores, evidenciando todo capricho de seus moradores.
Surgem pequenas vilas com destaque para uma igrejinha localizada num ponto
mais elevado em relação ao caminho, parecendo ser bem maior do que realmente é. Na fachada uma pequena placa lembrando da imigração italiana.

E logo mais adiante a passagem por Carolina, um vilarejo bem maior, com a tradicional combinação de Igreja, venda e ginásio. A partir de Carolina o tempo até então nublado foi se abrindo e o sol forte passou  a ser dominante, porém com efeitos abrandados por uma brisa constante.

O clima permaneceu assim até a chegada a Matilde na Pousada da Prainha, nosso destino
neste  dia. Trata se de um local extremamente agradável com inúmeros chalés tendo ao
centro   uma grande construção que abriga o restaurante.

 Aos fundos, a grande atração do lugar, a prainha, com uma estreita faixa  de areia margeando o rio de águas límpidas. Vários andarilhos aproveitaram o local  para um banho relaxante na suave correnteza.

 Após estes momentos, hora de almoçar, e aproveitar a tranquilidade do  lugar  para conversas despreocupadas em vários grupos.

 E assim, rigorosamente no horário previsto, o grupo foi acomodado novamente nas Vans para o retorno a Vitória, ocorrido sem maiores problemas devido ao fraco fluxo de veículos na descida da serra.

 Para encerrar, deixo meu agradecimento a todos pela amável companhia, e em  especial ao amigo Marcos Muniz, o Dr Pet que mais uma vez se dispôs a  marcar o caminho e nos proporcionando um domingo inesquecível

 Grande abraço a todos e até o dia 08 de outubro  quando faremos o caminho de Maricará.

 
 
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