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Resenha do Caminho de Maricar

 RESENHA CAMINHO DE MARICARÁ

Por : Antônio Falcão

 Este caminho inédito de 16 Km, faz a interligação entre os municípios de Santa Leopoldina e Cariacica. Poderia ser chamado de “Caminhos Intercampos”, já que o início e o fim tem como pano de fundo campos de futebol de várzea

Os critérios que adotamos na escolha de um novo caminho são topografia favorável, sombra, paisagens, clima ameno,  água e local  da confraternização, tendo como componente obrigatório o alto astral dos participantes.

Durante a avaliação prévia do trecho, ficou evidente a falta de sombra, mas após longa reflexão, optamos pela realização, já que o trecho seria curto e ainda não temos as altas temperaturas do verão.

 E assim, os 43  andarilhos inscritos saíram de Vitória antes do nascer do sol. acomodados em três vans. No caminho uma parada na Padaria Super Pão para o desjejum, momento oportuno para reencontros e integração dos novatos.

 Logo em seguida novo embarque nas vans para a localidade de Três Pontes, as margens da rodovia ES 080 que liga Cariacica a Santa Leopoldina para início do trekking

No ponto de partida , sem demora cumprimos o ritual de aquecimento preleção e a interminável seção de fotos. Para o horário, antes das 8 da manhã, o clima era bastante agitado, pois de um lado a nossa algazarra característica e de outro, a pelada corria solta no campo de futebol.

 As orientações ficaram a cargo do idealizador do caminho, Rogério Terra, que partiu logo a seguir para, juntamente com Marinês,  sinalizar as bifurcações, e garantir que ninguém se perca ao longo do trecho. Definidos os  Limpa Trilhas e  Meio de Campo, o grupo partiu motivado rumo a Maricará, para cumprir os 16 km de paisagens bucólicas típicas da vida no campo,.

Na  porção inicial do caminho, observamos que as pancadas de chuva que tem caído ultimamente em Vitória não deram as caras na roça, pois o solo está completamente seco e poeirento. Isso porém não diminui a beleza, pois os pastos e fragmentos de mata, ainda estão bem verdes, fazendo um bonito contraste com o azul do céu e a poeira amarelada da estrada.

E numa enorme fila, os andarilhos foram se afastando, proporcionando uma bonita visão já que na parte inicial é bem plano e em zigue zague.

Existe uma alternância de grandes áreas destinadas a pastagem de rebanhos de gado, algumas culturas de hortaliças e os fragmentos de mata Atlântica, o capixaba.

Fileiras de eucaliptos as margens da estradinha proporcionam uma leve sombra, mitigando os efeitos de um sol cada vez maia forte.

 Este cenário não se altera muito até o km 6,6 onde foi montado nosso primeiro ponto de apoio, É oportuno lembrar que estes momentos são importantes não só para descanso e alimentação, mas também para  comunicação de  pessoas que caminham distantes umas das outras.

 E como retornam ao caminho em momentos diferentes, promovem uma alternância das companhias, que  fortalece o espírito de equipe, integrando todos numa só família.

Logo após o apoio começam as variações de nível com subidas e descidas mais acentuadas, adicionando um pouco  de emoção com a ligeira elevação do grau de dificuldade.

E interessante observar  em meio a tanto pasto, a resistência das matas  nativas mais densas que escaparam da intervenção humana, pois mesmo em desvantagem numérica  o verde se impõe e dá um colorido todo especial ao cenário,

E no km 12, as nossas vans de apoio nos aguardavam estacionadas quase próximo a associação de moradores para mais uma seção de conversas ao redor da sempre farta mesa de frutas doces e água. O tempo de permanência neste ponto foi abreviado pela vontade de todos de findarem logo o caminho e aproveitar a sombra, proporcionada por nuvens esparsas que amenizavam o calor.

A esta altura, o grupo que limpava a trilha se juntou com o "meio de campo", formando um time onde tudo era motivo de piada e alegria, grupo este que caminhou em bloco até a chegada a Maricará onde uma animada turma jogava futebol. Foram momentos divertidos, bebendo uma cerveja gelada e contando inúmeros causos.

Após a chegada do último novo embarque  nas vans em direção a Estância Vale do Moxuara para o almoço de confraternização e aproveitar a tranquilidade do lugar para animadas conversas em vários grupos até o horário combinado para o retorno.

 Para encerrar, ainda tivemos oportunidade de comemorar o duplo aniversário  de nossas  amigas Penha Alvarenga e Eliana Caiado com bolo e o tradicional "parabéns a você,

Agradeço a todos pela amável companhia, e em especial ao amigo Rogério Terra que mais uma vez se dispôs a marcar o caminho, que nos proporcionou um domingo inesquecível.

Aos que se juntaram a nós neste evento, apresento além do agradecimento, o desejo para que se tornem membros efetivos desta família chamada Grupo Andarilhos.

  Grande abraço a todos e até o dia 12 de novembro , no inédito Caminho Cachoeira da Candelária

 

 
 
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