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RESENHA NOVA ALMEIDA A MANGUINHOS

 RESENHA DE NOVA ALMEIDA A MANGUINHOS 2018

Por : ANTÔNIO FALCÃO

O Projeto Pegadas na Areia abre  a temporada de caminhadas de nosso grupo. A primeira etapa teve seu sentido de deslocamento alterado a partir de 2017.com saída em Nova Almeida e chegada em Manguinhos. Esta  inversão se deu em função da maior oferta de locais para almoço em Manguinhos e foi aprovada por todos.

O trecho, qualquer sue seja o sentido de deslocamento concede ao andarilho o privilégio de apreciar o belíssimo visual de praias  desertas de águas claras, falésias, formações de corais, areias finas, vegetação de restinga, e praias de mar agitado superlotadas de banhistas. Ou  seja, num trecho de cerca de 18 km, temos uma grande variedade de cenários que fazem a alegria do caminhante.

Este ano o pequeno contingente de andarilhos se reuniu na Praça dos Pescadores pontualmente no horário marcado, e como sempre o café da manhã na padaria foi dedicado a conversas descontraídas.

Após o café a reunião para os avisos de praxe, saudações  aos novatos e informações uteis sobre o roteiro. A sessão de fotos foi o último ato antes da tão aguarda partida às  8 horas

A saída é marcada pela visão de dois monumentos: a ponte sobre o Rio Reis Magos e a centenária igreja homônima, o segundo monumento religioso mais visitado do estado e a bela e curta praia de Nova Almeida,

A travessia sob a ponte se dá por uma calçada estreita e para se acessar as areias da praia percorremos um dos vários caminhos por decks de madeira, uma forma de se evitar o trânsito pela vegetação de restinga. 

E num horário de maré vazante os andarilhos, foram deixando as famosas pegadas na areia.

Um pouco mais adiante temos um cenário de rara beleza com altas  falésias avermelhadas e densa formação de corais,  que contrastam com o azul do céu e as águas esverdeadas. A maré baixa é condição essencial para se contemplar tudo isso. As falésias vão diminuindo, a restinga ressurge na curva onde uma grande árvore  delimita mais um território, que mescla o ambiente praiano com o rural, na área que apelidamos de “Fazendinha”.

Neste local, podemos sair da areia e caminhar no pasto gramado de uma propriedade, dividindo o caminho com o gado que pasta indiferente ao movimento dos andarilhos. O final da Fazendinha foi nosso primeiro ponto de apoio

 Costa Bela é a próxima atração sendo uma longa e estreita faixa de areia quase deserta. Além dos corais, o que mais chama a atenção neste trecho são as castanheiras, e sua árdua batalha contra a maré, e que mesmo arrancadas pela fúria das águas, resistem. A  próxima praia é Capuba, já na entrada de Jacaraípe. É uma praia  com mar agitado e ondas fortes. Por estas características é muito apreciada pelos praticantes do surf. Porém o fato marcante deste ponto são as algas de um verde intenso que que recobrem as pedras amontoadas para contenção da maré que se assemelham a uma longa cabeleira muito bem penteada.

A seguir temos a  praia do Solemar, a principal de Jacaraípe, totalmente urbanizada, que  foi percorrida pelo calçadão, opção acertada para evitar a grande aglomeração dos banhistas. O calçadão termina na  “Praça Encontro da Águas”, na foz do Rio Jacaraípe.

A praça tem um píer onde aportam inúmeras embarcações de pesca tendo ao lado o tradicional mercado de peixes, complementada por uma grande área de lazer. Ao fundo a belíssima ponte  metálica , em forma de arco e  ancorado por cabos de aço, dando ao conjunto um aspecto arrojado e futurista. Foi muito bom atravessar a ponte e tirar inúmeras fotos, pois a mesma estava interditada para reformas e foi reaberta recentemente,

 
Após mais este cartão postal, o segundo ponto de apoio marcou também o desvio para a ES 010 em fila indiana. Isto tudo para se evitar a travessia do córrego Larica, transformado num rio de esgoto in natura, situação que já perdura há anos e  prova da total indiferença das autoridades com a saúde da população. A volta as areias se deu  um pouco antes da famosa Curva da Baleia, portal de acesso a Manguinhos

Manguinhos é uma praia longa e de  águas calmas, ambiente bucólico e acolhedor. Porém no verão a agitação é total e o grupo se dispersou em meio ao mar de mesas e guarda sois e banhistas. 

Saímos da praia na praça central de Manquinhos e caminhamos pelo calçadão até o local escolhido para a confraternização, o Restaurante Chico Bento, casa apropriada para receber um grupo grande com espaço reservado

 O ambiente a nós destinado , nos fundos da propriedade foi muito apreciado, pois por não ter contato direto com os demais clientes garantiu a privacidade, dando um toque bem intimista, como uma animada reunião de família.

Nossos estadia no Chico Bento encerrou mais um domingo de descontração, resistência e superação nestes 18 Km de  areia, sol e muita emoção.

Obrigado a todos pela amável companhia. Espero revê-los nos dias 28 de janeiro no belíssimo Caminho Tunel Verde em Marechal Floriano, cujas inscrições já estão abertas.

 Grande abraço

 

 

 
 
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