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Resenha Caminho Tunel Verde

RESENHA DO CAMINHO TÚNEL VERDE 2018

Por: Antônio Falcão

Marechal Floriano, cidade  na região serrana do Es é uma Meca para os praticantes de trecking e montain bike pela conjunção de fatores que favorecem a pratica esportiva: topografia acidentada, matas, abundância de água e muita sombra. Dos inúmeros roteiros de nosso portifólio nestas paragens, destaca-se o Caminho Túnel Verde, que percorremos pela segunda vez com algumas alterações em relação ao caminho que marcamos em 2016.

E assim, os 46 andarilhos que atenderam ao chamado feito  site, começaram demonstrando  compromisso com a organização, ao comparecerem  pontualmente nos horários pré determinados nos pontos de embarque nas vans. Este é um dos fatores determinantes para o sucesso de um evento que reúne tantas pessoas diferentes entre si ,mas que tem em comum o amor a natureza, o coração aberto e gosto pelo esporte e sobretudo comprometimento.

E numa viagem tranquila com as três Vans em comboio, chegamos ao ponto de partida, na Padaria ao lado do posto de saúde na periferia de Marechal. Como sempre, momentos divertidos de uma desordem produtiva, com muitas conversas e brincadeiras na longa fila de espera para o desjejum. Momento oportuno para integração dos novatos e naturalmente, o nascimento de novas amizades.

Com todos alimentados e demonstrando animação contagiante, hora de reunir o grupo para as boas vindas, saudação aos novatos, orientações de segurança  e informações sobre o caminho, sem esquecer as belezas,  grau de dificuldade do trecho, e o papel do Abre Alas, Meio de Campo e Limpa Trilhas.

A finalização dos procedimentos de partida se deu  com a tradicional foto do grupo e outra só com os novatos.

Bem hora de começar a caminhada e a partida do Abre Alas, responsável pela marcação é a senha para por o pé na estrada.

O caminho encanta desde o início, com uma trilha asfaltada e estreita, e totalmente sombreada, fazendo com que os andarilhos nem percebessem a longa subida de 1,1 km que marca a porção inicial do caminho. Neste cenário, é fácil perceber o motivo do nome que batiza o caminho. Em meio a subida, percebemos,  que como acontece em várias eventos, um cão,  mancando de uma pata traseira ee com problema de visão resolver se unir ao grupo. As inúmeras tentativas de faze lo voltar foram em vão, restando a nós a responsabilidade de dar a ele alimento e água.

E num bom ritmo  os andarilhos caminharam em blocos , apreciando belas paisagens, com a  alternância de mata virgem, cultura de hortaliças em propriedades muito bem cuidadas. Na sequência, mais matas virgens, mais sombra valorizada de forma proporcional ao aumento da temperatura e do sol inclemente.  Lagos e represas surgem a cada curva do caminho.

 

Devido a subida, o primeiro ponto de apoio foi antecipado em 1 quilômetro . Este foi o comentário geral no quilômetro 4,5 onde foi montado o primeiro ponto de apoio. É um momento  não só de descanso alimentação e hidratação, mas também para se comunicar com pessoas que caminham distantes umas das outras. E como retomam o caminho em momentos diferentes, a alternância das companhias fortalece o espírito de equipe, integrando todos numa só família, A esta altura, os novatos já estavam perfeitamente integrados, justificando a máxima de que neste grupo bastam apenas alguns passos para que qualquer um se torne um “velho conhecido”.

Na sequencia o Túnel Verde se torna mais intenso e ninguém percebe as variações da altimetria, com subidas e descidas ocultas pela brisa suave e a generoas sombra das árvores que margeiam o caminho, com seus lagos e os grandes portais de entrada dos inúmeros sítios. Neste clima, ver a conversa animada de do Sr Adélio com a jovem Aurora nos dá a noção de igualdade que existe no caminho.

Em meio a poucas variações da paisagem, num ponto em declive tivemos o segundo ponto de apoio. Neste local, nosso novo mascote se deitou tranquilamente no meio da trilha para descanso. Ele se livrou de um grande espinho em sua pata traseira e passou a caminhar melhor.

O caminho começa a se abrir e aparece uma Igrejinha num ponto elevado da trilha na entrada de Bom Jesus, pequeno agrupamento de casas que tem como destaque um chafariz na forma de um menino mijão. Ponto de muitas fotos da turma.

E o túnel prossegue, ora fechado e ora aberto, sendo estas aberturas marcadas por lagos, sítios e condomínios rurais. Passamos pela bela e rústica Igreja de santo Antônio de Santana Galvão, homenagem ao Frei Galvão, o  primeiro Santo brasileiro.

Na porção final, antes da chegada ao  Sito e Parque Aquático Esperidião ainda tivemos mais um ponto de apoio, ao qual os andarilhos restrigiram bastante o tempo de parada em função da vontade de chegar logo ao destino.

E que destino agradável. O sítio tem uma ampla área coberta para atendimento aos frequentadores ao lado de duas piscinas com toboágua que garante a diversão de seus frequentadores. Neste ambiente agradável os andarilhos foram chegando aos poucos e se reunindo em animados grupos ao redor das mesas sendo que alguns deram um rápido mergulho na piscina.

Neste ambiente foi servido um almoço simples mas delicioso, lembrando que foi preparado especialmente para nós, pois o sítio não tem serviço de restaurante, servindo apenas petiscos. E ao final o almoço ainda tivemos o bolo para os aniversariantes de janeiro, a Lúcia Teixeira e este resenhista que vos fala. Uma tradição que se mantem desde os primórdios de nossas andanças.

Agradeço a todos pela amável companhia, e em especial ao amigo Marcos Muniz, o que mais uma vez se dispôs a marcar o caminho e nos proporcionando um domingo inesquecível.

Aos que se juntaram a nós neste evento, apresento além do agradecimento, o desejo para que se tornem membros efetivos desta família chamada Grupo Andarilhos.

Grande abraço a todos e até o dia 18 de fevereiro, quando teremos a segunda etapa do Pegadas na Areia, trecho entre Nova Almeida e Santa Cruz – o mais belo de nosso extenso litoral.

 

 
 
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