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Resenha da Trilha do Chapadao

 RESENHA TRILHA DO CHAPADÃO

 Por : Antônio Falcão

 A nossa temporada de inverno teve início no último dia 19 de maio. É uma época de clima ameno, ideal para caminhadas com grau de dificuldade mais elevado, como os trekkings de montanha. O ideal é que a solenidade de abertura seja num caminho inédito, e neste ano a escolha foi das melhores: A Trilha do Chapadão. O Chapadão é uma Reserva Particular do Patrimônio Natural, criada em 2008, possui uma área  com 50 há, localizada em Bragança, no município de Santa Leopoldina!.

 Um grupo de 15  andarilhos se deslocou de Vitória bem cedo, e ao chegar em santa Leopoldina se juntou a mais cinco amigos da cidade.

 Como de costume, nosso desjejum foi na Padaria Leopoldinense, sendo este um momento especial de confraternização dos participantes. Em seguida um novo embarque em direção ao ponto de partida, na Gruta da Onça, acessada por uma estrada vicinal em forte subida.

 Após esta rápida pausa, foram distribuídas sacolas plásticas com o lanche e abastecimento dos cantis, pois o tipo de caminhada não possibilita apoio motorizado.

 A preleção abordou a dinâmica do caminho, enfatizando os cuidados que devemos ter com o delicado ecossistema da região,  seguida da sessão de  fotos e saudações aos novatos.

  O acesso ao Chapadão é restrito e só é permitido  com autorização dos proprietários, providência que foi tomada previamente por nosso amigo Cacau Simonassi.

  O início é por um misto de trilha com estrada vicinal, em forte subida, sendo que a sombra das árvores retem a  umidade do solo, fator que cria condições ideias para  o crescimento de um limo de coloração esverdeada e muito escorregadio.

 A primeira atração da trilha é uma casinha do casal João e Viviane, casal com um belo jardim e uma cascata, complementada por um paiol decorado com sucata com a inscrição Vale das Pedras. Foi pano de fundo obrigatóriio para iúmeras fotos, dado a curiosidade que a construção provoca.

 E na continuação da trilha, um pouco mais adiante, uma cachoeira de águas limpíssimas, cujo fio dágua passa sobre a trilha. A beleza do cenário é complementada por um vinhático imponente e raro.

 A alternância de mata fechada com algumas clareiras é uma constante e o visual dos vales abaixo é empolgante. A contemplação do horizinte tem o efeito benéfico fazer com que esqueçamos o esforço e a enegia necessários para vencer a forte subida,

 E assim, no meio do nada, mais uma construção rústica aparece, sendo utilizada pela turma com um ponto de apoio.

 A partir daí a trilha fica mais fechada ainda e se abre de repente numa grande laje de pedra que funciona com um mirante. Parar neste ponto para fotos é uma obrigação, pois podemos avistar o intrincado conjunto de montanhas e pequenas cachoeiras que descem de seus paredões rochosos.

 Este mirante marca o último trecho antes de se atingir o cume, com  alto grau de dificuldade e a vegetação densa, que  faz a trilha desaparecer, sendo necessário redobrar a atenção para não cair numa fenda.

  A chegada  no topo, a exatos 885 metros de altitude, como não podia deixar de ser,   foi motivo de grande alegria e comemoração de cada participante.

 O cume abriga um conjunto de antenas de um provedor de internet e infelizmente é a nota triste do caminho. Ao redor do aparato verificamos grande  quantidade de restos de obra e lixo deixados pelos responsáveis pela manutenção, denotando desrespeito ao meio ambiente e aos proprietários deste paraíso.

 Enfim a visão em 360 graus nos permite ver a grande cachoeira da Andorinhas e outras menores, além das estradas e propriedades rurais. 

 A estadia lá em cima foi breve, servindo para descanso lanche e contemplação. Após os devidos registros fotográficos,  o grupo iniciou a descida em fila indiana, percorrendo caminho inverso, medindo os passos e protegendo o companheiro amparando na forte inclinação.

 Em pouco tempo já estávamos de volta ao ponto de partida, mas antes de rumar para o almoço no Eco Parque Cachoeira Moxafongo, fizemos uma visita da Gruta da Onça. O local é uma propriedade particular com boa estrutura para eventos.

 Possui uma grande cachoeira na qual foi montado um toboágua, para diversão dos frequentadores.

 Para o deslocamento até a Moxafongo, embarcamos de novo na Van devido ao adiantado da hora.

 O local tem com estrutura de camping, restaurante piscina natural e a exuberante queda da dágua de cerca de 30 metros de altura.

 Devido a presença de poucas pessoas, juntamos as mesas e nosso almoço se transformou num animado evento de família.

 Os andarilhos ainda desceram até a cachoeira para fotos, antes de encerrar um dia de tantas emoções.

 Agradecemos primeiramente aos nossos amigos Cacau, Severino, João, Jéssika e Cleude naturais de Santa Leopoldina, que tão bem nos receberam e nos acompanharam nesta trilha maravilhosa.

  Aos demais o agradecimento pela amável companhia, esperando revê los nos dias 23 e 24 de junho nas trilhas ao redor dos Três Pontões, em Afonso Claudio.

 Grande abraço 

 

 

 

 
 
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