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RESENHA/RELATO EXPEDIO EQUADOR (VULCES DO EQUADOR E PAPALLACTA)

 

Dia 09/11/2018 (Sexta feira):

Depois de quase 12 meses de planejamento e preparação, no dia 09/11/2018 (sexta feira), oito dos dez capixabas embarcaram para o Equador. Eu, Concheta, Cynthia, Márcia, Nadir e Waldson, sendo que Jackson e Tânia já se encontravam no Panamá havia dois dias.

Como a conexão de seis dos integrantes era no Panamá, nos encontramos com o casal e seguimos viagem para Quito no mesmo vôo.

Edward e Christiane só foram até o RJ conosco, pois estavam em vôo diferente do nosso e portanto só nos encontramos lá.

Nestes encontros de aeroporto rolaram muitas fotos numa euforia e expectativa do que iríamos vivenciar.

 

Dia 10/11/2018 (Sábado):

Depois de 8 horas de viagem aproximadamente, fora as de espera em aeroportos,  chegamos em Quito às 11:30h, hora local, e um representante da empresa Grade 6 já nos aguardava para fazer o transfer. Mais fotos, espera por um outro veículo e seguimos para o Hotel Quito.

O encontro com Eduardo e Aretha da empresa Grade 6 foi muito animado, momento em que ficamos sabendo de mais dois integrantes de São Paulo e RJ (Diego e Luiz) que iriam fazer a aclimatação conosco para subirem o Cotapaxi. Tiramos fotos, fizemos o chekin  e seguimos aos quartos deixando nossas mochilas para ir almoçar.

O destino foi o Shopping Scala, na Av. Interoceanica, local onde quem quisesse ou estivesse precisando poderia também comprar equipamentos que fossem necessários.

Retornamos ao Hotel para banho e reunião para um primeiro briefing no Restaurante Lemarché.

Durante o jantar, Eduardo abordou a necessidade de hidratação intensa nos dias que se seguiriam para enfrentar a altitude sem maiores problemas, também apresentando o que faríamos em cada um desses dias.

 

Dia 11 de Novembro (Domingo): Início da Aclimatação

Como Quito fica a 2.850m do nível do mar, a aclimatação já se iniciou em Quito.

Depois do café da manhã saímos para um Tour por Quito, com o motorista Rene e o guia Santiago.

Santiago ia apresentando cada lugar, curiosidades ou ponto turístico como o do monumento da Virgem Alada, com 45 metros de altura, localizada em El Panecillo e venerada pelos católicos. No caminho foram feitas algumas paradas, sendo a primeira  para compra de água e logo após  no Mirador Del rio Pisque, localizado na via Guayllabamba Tabacundo, com visual muito bonito do vale do Rio, de formação geológica interessante, assim como todo relevo do Equador.

 

Outra parada numa loja de artesanato, de onde podia-se avistar a Laguna São Paulo e o Vulcão Imbabura até a chegada a Otavalo, cidade de forte cultura indígena, que fica na  Província de Imbabura, distante 98 Km de Quito. Foi feita uma primeira parada numa das duas principais praças, onde pudemos apreciar uma banda  que tocava música típica e também construções históricas como a do Santuário Del Senor de Las Angústias.

 

O principal objetivo seria a apresentação do mercado de artesanato indígena, considerado o mais famoso no mundo, que funciona todos os dias da semana na Plaza de Los Ponchos, outra praça local. Aos sábados se transforma no maior Mercado de Artesanato da América Latina, com barracas de outros lugares e países.

 

O Mercado de Animais de Otavalo, que não tem foco no turismo, é também um interessante acontecimento, ponto de encontro para fazendeiros e camponeses legais comprarem e venderem seus rebanhos e criações, porém, não tivemos a oportunidade de presenciar, pois acontece aos sábados.

 

Outros atrativos na região, são o El Lechero, árvore conhecida por suas propriedades mágicas e de cura assim como uma demonstração cultural que se dá toda terça e quinta, na Calle de las Almas, ladeira que leva até o cemitério regional. Neste local são compartilhadas refeições e oferta de flores ao som de músicas folclóricas para honrar os entes queridos que já partiram.

 

A música também é um importante aspecto cultural de Otavalo. O grupo Ñanda Mañachi busca resgatar e difundir a música e os instrumentos tradicionais otavalenhos.

 

Com tantos atrativos, o tempo seria curto para vivenciarmos todos eles, mas valeu a pena o contato com essa cultura indígena tão rica culturalmente através do mercado que pudemos visitar...

 

O retorno se deu pela Rodovia Pan Americana, também chamada de Via Panam em espanhol, que se estende de norte a sul do Continente Americano, do Alasca ao Ushuaia.

 

O próximo ponto de parada foi no Parque da Metade do Mundo, com medição feita no século 18 pelos franceses.

 

Almoçamos primeiramente no restaurante Yaravi, localizado dentro do Parque e depois do almoço, nem a chuva que caia impediu  que fossem tiradas muitas fotos na linha do Equador, que fossem feitas visitas às lojinhas de artesanato e também ao monumento da metade do mundo, que marca inclusive os quatro pontos cardeais.

 

Dentro desse monumento, pode ser visto um busto dos cientistas franceses que fizeram a primeira medição, um pequeno museu com curiosidades sobre os povos indígenas nativos do Equador e um andar com atrações interativas sobre ciência. No topo, é possível ver todo o parque e a região ao redor, cercada de montanhas, que em dias claros, pode ser visto até mesmo os vulcões mais próximos, como o  Cotopaxi.

 

Porém, a linha que está pintada no chão do Parque da Metade do Mundo desde 1979 e que foi estabelecida pelos primeiros cientistas está, na verdade, deslocada 300 metros ao sul de onde de fato passa a latitude 0º 0′ 0″. Somente no século 20, com  GPS e todo o aparato tecnológico, que os cientistas ocidentais descobriram algo que os indígenas do Equador já sabiam há tempos: a real linha do Equador passa bem em cima daquilo que os povos originários dali chamavam de “inti-ñan”, ou “caminho do sol” em quíchua.

 

A questão acaba sendo mais simbólica que exata, pois, considerada as dimensões da Terra, o Equador não é exatamente uma linha, mas uma faixa que se estende por cinco quilômetros. A linha real e oficial está marcada no Museu Intinan (Calle Manuel Cordova Galarza), localizado pertinho do parque e que pudemos também visitar.

 

Neste Museu, observamos um pouco de física, folclore e cultura equatorianos.  Através do Efeito Coriolis vimos  a água girar no sentido horário e no sentido anti -horário, dependendo do lado da linha do equador que se estivesse, tentamos equilibrar um ovo na cabeça de um prego e também caminhar em linha reta sem perder o equilíbrio.

 

Momento de descontração ainda maior foi durante a apresentação de uma dança folclórica, quando praticamente quase todos do grupo participaram.

 

Retornamos ao Hotel para descanso e preparo para subida ao primeiro vulcão no dia seguinte...

 

Dia 12/11/2018 (Segunda feira): Subida ao Ilaló (3.500m)

 

No café da manhã deste dia Eduardo começou a fazer a medição da oxigenação de cada um do grupo.

 

A princípio, todos aclimatados e preparados, deu-se início à nossa aventura no Equador. Tiramos foto no saguão do Hotel, embarcamos num micro ônibus chegando numa praça em El Tingo, que fica a aproximadamente 2 horas de Quito e dá acesso à trilha que leva ao topo do Ilaló.

 

Na parte inicial, de acesso calçado, porém, com inclinação forte, já se pode ter uma idéia da dificuldade do caminho num dia que amanheceu insolarado e com temperaturas mais altas do que de costume na região.

 

Durante a trilha, já mais estreita, e sempre de inclinação forte, pode ser observada a Via Sacra instalada em  alguns pontos do caminho, o que leva a crer que aconteça manifestação religiosa por ali.

 

Paradas para descanso, hidratação, muitas  fotos e chegamos ao topo do Ilaló, que de acordo com informações de um de nossos guias, é um vulcão ainda ativo, porém, sem cratera.

 

Foram tiradas muitas fotos do grupo numa cruz lá instalada e como o tempo estava mudando rápido, agilizamos o lanche para início da descida.

 

Foi feita proposta de subida a um outro ponto de visão privilegiada do entorno, e aí o grupo se dividiu. Alguns seguiram com Eduardo até esse ponto e os demais começaram a descida.

 

Retornamos à praça de início, e enquanto se esperava pela chegada dos demais, aproveitávamos o tempo para descanso ou comer alguma coisa.

 

Depois que todos chegaram, embarcamos. Foi feita uma parada para almoço e  posterior retorno ao Hotel.

 

Mesmo cansados, parte do grupo resolveu ir conhecer um pouco do Centro Histórico de Quito. Pena ter começado a chover forte, e com isso parte do grupo retornou ao Hotel. Porém, outros ficaram e aproveitaram ao máximo o que puderam depois da estiagem...

 

 

Dia 13/11/2018: (Terça feira): Subida ao Ruku Pichincha (4.698 m)

 

Depois do café e medições de oxigenação, seguimos em direção ao Teleférico que dá acesso ao Vulcão Ruku Pichincha, que por se localizar dentro de Quito, na província Pichincha, leva somente 40 minutos para se chegar até lá.

 

Registrando aqui que a província Pichincha leva este nome por causa do vulcão Pichincha.

 

Neste dia, saímos da altitude de 2500m (Quito) até  4.100m onde fica a base superior do teleférico que dá acesso ao vulcão. O restante seria por trilhas até nosso destino final.

 

Depois de fotos do grupo e alguns avisos, começamos nossa subida. A trilha se inicia em degraus, com vista muito bonita de Quito. Pouco tempo depois se transforma em trilhas mais estreitas  e em alguns pontos até meio indefinidas. O visual da trilha é muito bonito, principalmente quando começamos a avistar o vulcão. Emocionante...

 

No primeiro obstáculo, assim como no segundo em escalaminhada, todos venceram bem, apesar da altitude e mochila nas costas.

 

A parte final foi bem exigente, podendo definir como extenuante, devido a altitude, muita pedra solta, neblina e frio intenso.

 

Enfim chegamos ao Ruku Pichincha, momento de pura emoção, apesar do cansaço estampado no rosto de cada um.

 

No meio de um frio intenso, lanchamos e depois das fotos individuais, nos agrupamos para as fotos oficiais.

 

Registramos aqui, assim como nas fotos, a presença de um lindo pássaro que ficou nos observando o tempo todo que estávamos no topo, porém, infelizmente não soubemos identificar.

 

Pena não termos tido a possibilidade de registrar a cratera, pois estava coberta de neblina....

 

E assim, o segundo vulcão também tinha sido alcançado por nós. Começamos nossa descida sem maiores problemas, chegando às 18 horas na base superior do teleférico, num dia para ficar na memória...

 

Comparando o Ilaló com o Ruku Pichincha, podemos dizer que no Ilaló a subida é mais forte, porém menos extensa e sem obstáculos Já no Ruku Pichincha, subida forte, mais extensa e com obstáculos.

 

Retornamos ao Hotel para descanso na expectativa quanto a subida do Corazon...

 

Dia 14/11/2018: (Quarta feira) Descanso na Pousada Papagayo:

 

Depois do café da manhã, seguimos para um dia de descanso em Machachi, na Pousada Papagayo, que fica próxima ao acesso do vulcão Corazon, que seria nosso próximo objetivo.

 

No caminho, passamos pela Avenida dos Vulcões, porém, com o dia nublado infelizmente não conseguimos ver muita coisa.

 

A chegada à Pousada Papagayo foi tranquila, momento em que tiramos foto do grupo e nos acomodamos nos quartos. Até a hora do almoço, alguns optaram por fazer uma pequena trilha e caminhada ao redor, quando se pode ter uma primeira visão do Vulcão Corazon.

 

Depois do almoço, ficou combinado visita a uma plantação de flores tropicais e de clima frio, que nas últimas décadas ganhou muita importância na economia do Equador. Porém, choveu e a maioria preferiu descansar.

 

Jantamos, foi feito um breve briefing e fomos dormir para no dia seguinte subir o Corazon, localizado também na província Pichincha, que seria o mais alto dos três vulcões para os quais nos preparamos.

 

Dia 15/11/2018: (Quinta feira) Subida ao Vulcão Corazon (4.790 m)

 

O café foi às 6 h. Antes, como já de costume, foi feita a medição da oxigenação.

 

Foto do grupo para saída às 7 h em carros 4x4, objetivando chegar o mais próximo possível da base do Vulcão.

 

Foi feita uma breve parada para ida ao banheiro numa última estrutura de casa encontrada, já bem próximo do início da trilha.  Dali pudemos tirar algumas fotos do imponente vulcão Cotopaxi que aparecia entre as nuvens e com algumas Lhamas que encontramos por lá.

 

Neste momento percebeu-se que um cãozinho havia acompanhado os carros desde a entrada do Parque, e no início da trilha tínhamos mais um integrante no grupo. Só não contávamos que nos acompanhasse até o final...

 

A primeira parte do caminho se dá sobre charcos rodeados de tufos de capim que lembram o capim amarelo no Brasil.

 

Foi feita uma primeira parada para descanso e hidratação, depois seguimos.

 

A medida que subíamos podíamos ver imagens de erosão, talvez causadas por alguma erupção passada.

 

Uma segunda parada de descanso, desta vez num ponto mais alto e descampado, onde o vento frio era intenso.

 

Seguimos adiante, e a trilha foi ficando cada vez mais difícil, com muitas pedras soltas, e em alguns momentos caminhávamos em cima de cristas que lembraram muito a Serra Fina na Serra da Mantiqueira do Brasil.

 

Em determinado ponto foi necessária a instalação de cordas para que pudéssemos passar com segurança e mais um pouco chegamos topo!

 

O grupo foi chegando aos poucos, muitos abraços, fotos, alguns se agasalhando um pouco mais, outros lanchando, Feita a foto oficial do grupo, começamos a descer felizes por termos superado as dificuldades da subida....

 

Chegar ao cume na verdade é metade do caminho, mesmo que de volta, o que ocorreu  de maneira tranquila, apesar da chuva que começou a cair.

 

O único susto foi quando a câmera nova de Waldson caiu num despenhadeiro, mas sem problema, pois o Super Eduardo estava lá, já descendo com todo cuidado para pegá-la, que com sorte não teve muitas avarias.

 

Levamos uma média 5:30h para subida e 2:30h para descida, e podemos dizer que apesar da dificuldade, foi um grande e prazeroso desafio...

 

Nos despedimos de nosso amigo cãozinho e fomos retornando aos poucos à Pousada para um merecido descanso e depois de um jantar que já começava a deixar um pouco de saudade de nossos amigos Eduardo, Diego e Cavallieri, que no dia seguinte já se separariam do grupo para subida ao Cotopaxi.

 

Dia 16/11/2018: (Sexta feira) Parque Nacional Cotopaxi x Papallacta:

 

Depois do café da manhã nos despedimos da Pousada Papagayo. Todos a postos com suas mochilas para acomodação nos carros e seguimos rumo ao Parque Nacional do Cotopaxi.

 

Foi feita uma parada na entrada do Parque para ida ao banheiro, visita a uma Tenda de Artesanato e a um pequeno museu que existe no local,

 

Seguimos adentrando ao Parque, todos bastante eufóricos para ver o mais alto vulcão ativo do mundo, o imponente Cotopaxi com seus 5.897 m de altitude.

 

O dia estava nublado, mas para nossa surpresa, as nuvens começaram a se dissipar e o grandão começou a dar o ar da graça pra nós.

 

Tiramos uma primeira foto do grupo com ele ao fundo ainda um pouco encoberto.  Mais uma parada, e mais uma foto, desta vez com ele um pouco mais próximo, onde pudemos identificar inclusive o abrigo de montanha.

 

Continuamos pelo Parque até chegarmos ao Abrigo e Restaurante Tambopax, onde tivemos a sorte de ficarmos numa mesa de frente para o vulcão.

 

Esse seria o almoço de despedida de nossos amigos Eduardo, Diego,e Cavallieri, que ficariam por ali para no dia seguinte irem para o abrigo de montanha  com o guia Luis que ainda ficou conosco. Deste abrigo é que fariam o ataque ao cume.

 

Ficamos com Aretha e Luis e seguimos para a Thermas em Papallacta. No caminho Luis se despediu do grupo e ficou para encontrar no dia seguinte com os que subiriam o Cotopaxi.

 

Pegamos bastante chuva no caminho até chegar ao Resort e Thermas Papallacta já sem chuva.

 

Nos acomodamos, demos uma volta,  jantamos e nos recolhemos para descanso.

 

17/11/2018: Papallacta (Último dia no Equador)

 

Depois do café da manhã, a maioria quis fazer uma trilha muito bonita que tem no entorno, inclusive com vista para o Cotopaxi. Nesta trilha, pudemos observar que o Resort produz a maior parte das verduras que são consumidas. Têm uma criação de bois que provavelmente devem servir para o consumo também.

 

Logo após fomos para as deliciosas piscinas termais.

 

Quem ainda não desfrutou de uma piscina dessas, se engana quando pensa que sentirá frio quando sair. Que nada, pelo contrário, uma sensação muito boa.

 

Foi dada uma pausa para que pudéssemos almoçar por ali mesmo e depois retornamos para aproveitar nossos últimos momentos no Equador.

 

Retorno aos quartos para um banho, arrumar as mochilas, jantar e dormir, pois os primeiros sairiam às 2h da manhã para o aeroporto, outros sairiam às 7h e os últimos às 11h.

 

Como era muito cedo, os que saíram às 2h tiveram um lanche inbox carinhosamente preparado para cada um.  Ainda assim, num canto reservado do Resort, tinha um café e algumas coisas para comer antes de sair.

 

O  transfer estava a nos aguardar pontualmente dentro do horário marcado. Seguimos para o aeroporto, eu, Nadir, Márcia, Cynthia, Waldson, Jackson e Tânia.

 

Edward e Christiane sairiam às 7h e Concheta que ficaria para um intercâmbio no Equador sairia às 11h junto com Aretha.

 

O próximo destino do grupo que saiu às 2h da manhã seria o Panamá, onde teríamos 8 horas de conexão que não poderiam ser desperdiçadas.

 

Chegamos ao Panamá e logo demos um jeito de sair num transfer, já combinado no dia anterior, para conhecermos alguma coisa nesse tempo.

 

Márcia ficaria no Panamá na casa de uma sobrinha por alguns dias e nós seguimos com uma primeira parada no terraço do Hard Rock Café Hotel, de onde pudemos observar num raio de 360 graus a cidade do Panamá e tirar muitas fotos.

 

Dali partimos para o Centro Histórico (Casco Antíguo ou Casco Viejo), considerado patrimônio histórico pela UNESCO. Muito encantador com seus monumentos, casarios e igrejas muito bem conservados ou em conservação, entre eles o Palácio Bolivar, onde funciona o Ministério das Relações Exteriores.

 

Passamos por Igrejas, pela Praça de Artesanato, paramos em algumas lojinhas, tiramos muitas fotos, tomamos alguma coisa para refrescar, pois o calor estava forte, e retornamos ao aeroporto Tocumen, com a sensação de que aproveitamos nossa viagem da melhor maneira possível...

 

Comemos alguma coisa no aeroporto mesmo e continuamos nosso retorno para casa.

 

Eu, Cynthia, Nadir  e Waldson pegamos um vôo para o RJ diferente de Jackson e Tânia. Chegamos de madrugada e Waldson ficou mais uns dias com familiares. Eu Cynthia e Nadir ficamos aguardando nosso vôo para Vitória, o que não foi fácil, pois estávamos com muito sono e cansadas.

 

Aos poucos, todos foram retornando para casa e voltando à realidade do dia a dia.

 

A vontade de outra aventura só aumenta em nossa mente e corações, e já começamos a pensar numa próxima...

 

Fazer o que se gosta não tem preço. E com amigos que compartilham do mesmo gosto, melhor ainda.

 

Agradeço aos amigos que quiseram e não mediram esforços para dividir comigo esta experiência, à Grade 6, nossa parceira, representada por Eduardo e Aretha que sempre estiveram do nosso lado do ínicio ao fim desta viagem, nos acolhendo, orientando e de certa forma nos protegendo.

 

Agradeço ainda a todos motoristas, que não citarei nomes por não me lembrar de todos eles e aos guias locais Santiago, Luis e Angel, que além de nos guiar e acolher, também nos mostraram e nos fizeram conhecer um pouco do país deles.

 

Só posso ainda dizer que essa viagem cheia de aventura deixou muita saudade em todos nós...

 

 

 

ABAIXO AS IMPRESSÕES DE ALGUNS DOS DEMAIS PARTICIPANTES:

 

 

WALDSON MENEZES

 

A paisagem é diferente, o esforço é muito grande, o ar não vem, cada passo exige determinação e tem que ser calculado, sob risco de jogar energia fora. Tudo isso para atingir o ponto mais alto da montanha. Mas, teria graça se esses obstáculos não estivessem em cada trecho do caminho? Essa foi a essência que experimentamos ao atingirmos cada pico dos três vulcões. Não faltaram incentivo, companheirismo e o apoio do colega ao lado. Ou é melhor dizer, o cajado amigo?  Tivemos uma experiência inesquecível. Trouxemos histórias, lembranças e pudemos registrá-las com as imagens gravadas nas nossas mentes e pelas lentes das câmeras e celulares. É mais uma página de nosso livro de andarilhos.

Waldson Menezes

 

 

MÁRCIA FALCO

 

Há 08 anos iniciei minhas caminhadas com o Grupo "Andarilhos", sem ter noção de como isso traria tantas experiências maravilhosas para a minha vida. 

Participar de uma expedição como a dos Vulcões do Equador foi um convite para superações, levando em conta os aspectos climáticos, o relevo, a altitude elevada, as condições físicas e emocionais de cada integrante, etc. É lógico que todo esforço foi recompensado pelas belezas naturais de uma região, em que para qualquer lado que você olha... tem um vulcão (inativo!). Um cenário exuberante!

A confiança na equipe e a solidariedade, são os elementos determinantes que nos impulsionam a vencer os desafios. E o melhor disso tudo, é o "gostinho de quero mais" que fica em cada um dos participantes. Foi fonte de inspiração para novas aventuras!

 

 

NADIR OLIVEIRA

 

... Esta incrível viagem ao Equador  conseguiu reunir de tudo um pouco e deixar uma grande saudade:

- Do grupo: muito companheirismo, brincadeiras  e seriedade; a começar por alguns treinos compartilhados por muitos do grupo;

- Dos nossos guias: o que falar... só alegria e muita segurança durante os momentos mais difíceis quando pensávamos não ser possível... nota? Mil! 

- Do país: viu assim dizer porque conhecemos Quito e algumas outras cidades ao redor. Êta metade linda do mundo! E não perdemos a essência da viagem que foi subir os três vulcões de forma. Os desafios e a beleza sem igual compensaram as dificuldades com a altitude.

Do povo equatoriano: verdadeiros irmãos que estiveram sempre do nosso lado, sempre nos escutando, direcionando e oferecendo tudo de melhor.

 

 

CYNTHIA PINTO

 

Falar da nossa Expedição pelos Vulcões no Equador? Foi simplesmente maravilhoso, as sensações, emoções, as risadas, os abraços, as palavras de incentivo, apoio, amor, perdão, conforto... só tenho a agradecer primeiro aos andarilhos.org que nós apresentaram o sonho e depois a Grade6 Expedições que nós proporcionaram junto com os guias locais as condições necessárias para a realização deste sonho. #AMEI fazer parte desta viagem. #gratidão

 

JACKSON E TÂNIA

Surpreendente...

Essa é a palavra que nos vem à mente, quando lembramos do Equador... Logo na chegada, ainda no avião, o cenário lembrava um pouco o Filme "2012": Montanhas cinzentas de um lado e crateras profundas de outro, simplesmente  deslumbrante...

No transfer à Cidade, outro espetáculo aos olhos: Prédios no alto de morros, prédios nos vales, um sobe e desce incrível...

Mitad del Mundo/Latitud 0, Gastronomia, Povo sorridente e acolhedor, um belíssimo Centro Histórico (recuperado e limpo)...

Mas, a imponência dos Vulcões, não temos nem como descrever: 

Imagine uma Cidade a quase 3 mil metros de altitude; 

agora imagine, ali do lado, o Vulcon Ruku Pichincha, de onde olhamos "para baixo" para enxergarmos o espetáculo que é Quito...

São tantos os motivos para visitar e para voltar...

Jackson&Tania

 

 

 

INFORMAÇÕES/CURIOSIDADES SOBRE O EQUADOR:

O Equador é uma república presidencial. Tornou-se independente em 1830, depois de ter feito parte do império colonial espanhol, e por um tempo muito mais curto, da República da Grã-Colombia.

Foi batizado com o mesmo nome da linha imaginária que atravessa seu território e corta o nosso planeta ao meio. A palavra deriva do latim aequus, ou “igual”, numa referência à divisão da Terra em duas partes iguais, os hemisférios Norte e Sul.

Entre as pessoas que têm uma religião, 80,44% são católicos romanos

A língua predominante é o espanhol e a agricultura é a base tradicional da economia.

O povo do Equador é constituído de uma diversidade étnica. Os mestiços (descendentes de índios e espanhóis) representam 77,42% da população, os brancos (descendentes de espanhóis) somam 10,45%, os indígenas representam aproximadamente 6,83% do total. O restante do povo é constituído de negros (vivem geralmente no norte da costa) e de uma minoria de pessoas vindas de países do oriente médio como a Jordânia, Líbano, Sírios e Palestinos.

SOBRE VULCÕES:

O Tungurahua, localizado no Equador, é considerado um dos vulcões mais ativos da América do Sul.

O vulcão Chimborazo, também no Equador, de 6.268 metros de altitude, e que se encontra a 6.384 quilômetros de distância do centro terrestre, tem dois quilômetros a mais que o topo do mundo, o Everest, considerada a diferença no diâmetro do planeta em latitudes diferentes.

 

 

 

 

 

 

 
 
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