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Resenha do Caminho Ribeiro de Cristo

 

RESENHA DO CAMINHO RIBEIRÃO DE CRISTO

Por : Antônio Falcão

A região de Marechal Floriano possui uma infinidade de trilhas para nossa diversão. Muitas delas percorridas por regularmente por  diversos grupos de caminhadas, inclusive o nosso. Porém nosso DNA inovador nos impulsiona em direção a novos caminhos e na região contamos com a parceria de Marcos  Pet Muniz.

Após várias idas e vindas, formatamos um circuito em Araguaya,  passando por Ribeirão de Cristo.

Araguaya é um distrito de Marechal Floriano, e foi  fundada  por  imigrantes italianos e alemães, e ainda hoje guarda a cultura e história destes povos. Abriga  também a Estação Ferroviária , que fazia parte da antiga Estrada de Ferro Leopoldina.

Já Ribeirão de Cristo é um pequeno distrito de Alfredo Chaves.

O caminho foi agendado para o dia 14 de julho e 35 andarilhos se dispuseram a acordar bem cedo, para a viagem a Araguaya.

O tempo frio e com sol brilhante era o prenúncio de um dia bastante agradável e a calorosa recepção da Edna, proprietária da Padaria Regiane ao nosso grupo, trouxe uma energia positiva durante o café da manhã.

Como sempre o momento dedicado ao desjejum  é um indicador da sinergia entre os participantes principalmente os novatos que em pouco tempo já estavam perfeitamente integrados.

Durante a preleção foram feitas as observações sobre o roteiro tais como características, sinalização, pontos de apoio e e grau de dificuldade do trecho, sem deixar de enfatizar a beleza dos 16 km do caminho. 

Imediatamente após a definição dos responsáveis pelas funções de Abre Alas, Meio de Campo e Limpa trilhas  o grupo se posicionou em frente a Padaria para a divertida seção de fotos, momento em  o Abre Alas partiu para cumprir sua a missão de sinalizar a trilha nas bifurcações.

O caminho começa  na  charmosa estação ferroviária que abriga o Museu do Imigrante, cujo acervo  remonta à ocupação na região.

São  3,5 Km pelos trilhos, sendo um tipo de terreno que demanda  tempo até que o andarilho se acostume com espaçamento irregular entre os dormentes, mas em pouco tempo já pode apreciar a paisagem e se divertir.

Findo este trecho, abandonamos os trilhos e pegamos uma estradinha vicinal em subida moderada alternando com terreno plano e com boa concentração de matas no entorno. E no Km 5,5, nosso primeiro ponto de apoio,  com oferta de água doces e frutas.

É oportuno lembrar que estes momentos são importantes não só para descanso e alimentação, mas também para  comunicação de  pessoas que caminham distantes umas das outras devido ao ritmo de cada um.

 E como não retornam ao caminho ao mesmo tempo,  as companhias se alternam, fortalecendo o espírito  de equipe e integrando todos numa grande  família.

O segundo trecho é marcado por uma alternância de subidas e descidas e com belíssimos túneis de vegetação que proporcionam sombra e aumentam o prazer de caminhar. Num trecho mais exposto o destaque fica por conta de uma fazenda abandonada  que possui um grande lago. Após uma longa subida, temos uma baixada que termina na localidade  de Ribeirão de Cristo, e sua bela igreja de São Miguel Arcanjo, construída em 1902. O segundo ponto de apoio foi montado ao lado da igrejinha.

 Esta parada foi fantástica apesar da  algazarra contida em função da missa dominical que acontecia naquele momento. Tivemos a grata satisfação de interagir com alguns moradores que faziam um belo churrasco em frente a Igreja.

Hora de partir para a última porção do caminho, que começa com uma forte subida felizmente bastante sombreada.

Findo este trecho temos alternância de subidas e descidas em meio a propriedades com culturas de café e banana  e fragmentos de mata nativa, E numa forte descida, já se avista Araguaya lá em baixo indicando que estamos prestes a fechar o circuito e comemorar mais um belo caminho num animado almoço de confraternização.

Foram momentos divertidos,  apesar da turma ter ficado espalhada pelo estabelecimento, em função do movimento normal de um domingo. Vale registrar a simpatia e bom atendimento do proprietário Sr Fabiano e sua equipe ao nosso grup.

E no horário pré-estabelecido retornamos a Vitória pela sempre movimentada BR 262, cansados,  porém felizes com mais um domingo de gala ao lado de pessoas amigas e de altíssimo  astral

 Agradeço a todos pela amável companhia, e em especial ao amigo Marcos Pet Muniz que mais uma vez se dispôs a marcar o caminho, que nos proporcionou um domingo inesquecível.

Aos que se juntaram a nós neste evento, apresento além do agradecimento, o desejo para que se tornem membros efetivos desta família chamada Grupo Andarilhos.

Espero revê los no dia 28 de julho no inédito Caminho de Pedra Preta em Santa Leopoldina.

Grande abraço e até lá

 

 
 
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