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RESENHA SO PAULIM A CACHOEIRA FURLAN

 POR: WALDSON MENEZES

 

Horário britânico. Às 8 horas estávamos na rotatória, em San Paulin, em Domingos Martins, para começarmos a caminhada de 21 Km até Cachoeira Furlan, localizada no Distrito de Pedregulho, município de Castelo. Mas, até chegarmos ponto de início a logística funcionou perfeitamente com todos chegando no horário determinado para embarcar no micro-ônibus ou na van dirigidas por Werley e Edgar, respectivamente, tendo como copiloto  Abmael,  nosso parceiro de sempre.

Essa pontualidade foi fundamental para iniciarmos a caminhada no horário determinado, Afinal, a localidade é uma das mais distantes de Vitória e Vila Velha, de onde sempre saímos.

Como de costume paramos no Posto Café para a ida ao banheiro e o tradicional café, momento em que as turmas do ônibus e da van se encontraram. Logo depois, novo embarque em direção ao ponto de partida. A conversa foi animada dentro do ônibus, e um dos motivos foi o fato de que alguns andarilhos não se encontravam ha algum tempo.

Após quase mais de uma hora de viagem, o desembarque. Por conta do terreno acidentado que tínhamos pela frente e também das chuvas que caíram na região, o tradicional apoio seria feito pela caminhonete do Anderson, anfitrião da cachoeira e parceiro incontestável durante o percurso. Aliás, a turma fez logo amizade com ele, facilitando o diálogo.

Uma rápida preleção de Josi, a tradicional foto da turma e dos novatos, que dessa vez foram três já rapidamente enturmados.

A caminhada começa com todo mundo junto, mas com o passar dos quilômetros e do tempo, cada um vai se afastando uns dos outros, andando em pequenos grupos, em pares, trios e muito raramente sozinho. Para o suporte tradicional na retaguarda, Waldson e Jorge fizeram o trabalho de Limpa Trilha.

Ao longo do percurso a goiaba fez a turma reforçar o café da manhã e abacateiros também eram vistos carregados, mas ainda não estavam maduros. Mesmo assim, alguns que estavam caídos no chão e em perfeito estado foram resgatados pela turma.

O dia colaborou imensamente porque o sol não estava forte e em muitos momentos as nuvens colaboraram e fizeram com que trechos descampados estivessem ótimos para caminhar. A cada pit stop, no total de três, era a certeza de que um bom ‘pedaço” de estrada tinha sido vencido e a comemoração era na base de frutas, água e doces, além daquele papo de 5 minutos para depois seguir em frente.

Na chegada à cachoeira a visão é deslumbrante porque ela já é vista da estrada. Pelo volume de água que estava caindo a imagem enchia os olhos e é evidente que todos os andarilhos têm fotos dessa visão.

No galpão onde estava a comida a visão do aguaceiro descendo pelo paredão também era ótima e ficou melhor porque se juntou ao cheiro gostoso dos pratos preparados pela família Furlan. Enquanto alguns andarilhos já saboreavam as delícias gastronômicas, outros foram para a chuveirada ou uma ducha entre as pedras com muita água fria da cachoeira.

A partir daí foi mais descontração com muita gente aproveitando o sol para pegar um bronzeado e outros botando o papo em dia, sem esquecer de tomar uma chuveirada também. Ao final do encontro ficou a certeza de termos aproveitado o domingo de forma agradável ao lado dos amigos, sendo recebidos pela equipe “Furlan” com toda a gentileza que estamos acostumados quando vamos até lá, da mesma forma que, devido aos entusiasmados abraços de agradecimentos, eles tiveram prazer em nos receber.

Foi assim. Quem esteve conosco aproveitou, quem não conseguiu ir se prepare para a próxima porque nós, OS ANDARILHOS, sempre estamos dando passos na direção de aventuras e de ótimos momentos. Nos veremos na próxima.

 
 
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